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Carlos Gomes lança “Canções não” no Teatro Hermilo Borba Filho

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Obra do poeta, pesquisador e crítico é formada por livro de poemas, disco e espetáculo. Apresentação acontecerá no próximo dia 24.08 (sábado), 18h

O poeta, pesquisador e crítico Carlos Gomes lança “Canções não”, obra formada por livro, disco e espetáculo, no próximo dia 24.08 (sábado), 18h, no Teatro Hermilo Borba Filho. O evento contará com o lançamento da publicação assinada pelo artista, show com as músicas do álbum e participação especial de Jomard Muniz de Britto, Nathalia Queiroz e Philippe Wollney. A entrada no espetáculo é gratuita e o livro custa R$ 20,00. O projeto de lançamento do livro tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura PE). Leia o resto deste post »

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Livro “Fronteiras do medo”, de Filipe Falcão, é lançado com bate-papo sobre filmes de horror

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Obra é resultado de pesquisa sobre remakes de filmes de horror japoneses e suas refilmagens feitas em Hollywood

Foto: Gustavo Bettini
Foto: Gustavo Bettini

Após recesso de sete meses, o Café Intercom volta com o lançamento do livro “Fronteiras do medo – Quando Hollywood Refilma o Horror Japonês” (Editora Estronho), do jornalista e pesquisador Filipe Falcão. O encontro será realizado no dia 18 de agosto (terça-feira), às 19h, na Livraria Cultura, no Paço Alfândega. O evento gratuito, realizado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPE, contará com bate-papo entre o autor da obra e Rodrigo Carreiro, doutor em comunicação e professor do curso de Cinema da UFPE. Os encontros, abertos ao público, são mensais.

A obra “Fronteiras do medo” (R$ 45) surgiu como resultado da pesquisa de mestrado em comunicação do autor sobre remakes de filmes de horror japoneses e suas refilmagens feitas em Hollywood. Povoadas por ampla galeria de monstros, espectros, assassinos ensandecidos, máquinas dotadas de desejos destrutivos, mutações genéticas e previsões sobre um futuro apocalíptico, as tradições cinematografias do horror nos Estados Unidos e no Japão são provavelmente as mais importantes e influentes do planeta.

No entanto, Hollywood demorou para estabelecer com a indústria de cinema japonesa uma parceria efetiva com relação ao cinema de horror. Isso só ocorreria de maneira contínua a partir de 2002, justamente quando o remake americano do sucesso japonês “O Chamado” redefiniu os rumos do gênero em nível mundial, transformando os tradicionais fantasmas femininos de cabelos longos do cinema asiático num fenômeno que popularizou mundialmente.
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